quinta-feira, 30 de setembro de 2010

A perda

Boa Noite,

Há uma semana que estou meio chateado... na semana passada fiquei sabendo que perderei meu latoeiro. O Gaúcho pediu as contas e está em aviso prévio. Uma pena porque ele é "o cara". Dos males o menor, pois o irmão dele seguirá o trabalho, mas sinceramente, gostaria que ele acabasse agora que estamos na reta final! Fazer o que? Lamentar apenas!

Abraços,

Chapecó Kombi Clube

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Um site

Bom dia,

Aproveitando uma folga aqui no escritório, estava dando um navegada pelos blog's do ramo e acabei localizando o site da Revista 4Rodas, que disponibiliza todo o acervo de revistas digitalizado (Veja aqui).

Brilhante! Pois podemos consultar reportagens sobre qualquer assunto simplesmente fazendo uma busca rápida.

Vou tentar colher informações de época da Kombi e vou postando aqui, como uma maneira de cetralizar as informações e faclitar o acesso quando necessário.

Ah, a VW/Kombi 1974, encontra-se meio de molho! Mas, logo retomaremos o trabalho.

Abraços,

Chapecó Kombi Clube

sábado, 11 de setembro de 2010

O resgate

Meus amigos,

Vejam esse vídeo que garimpei no youtube. A galera não mediu esforço para resgatar a kombi 1954. Coisas que só a paixão explica!

Blz,

Chapecó Kombi Clube

sábado, 4 de setembro de 2010

Reportagens 3

Olá,

Fiz uma breve pesquisa sobre alguns assuntos de interesse e disponibilizei os link’s no menu para consultas, porém, para garantir que o conteúdo não “se perca” resolvi publicá-los aqui no blog também. Cabe ressaltar que os créditos são do site G1 da globo e de alguns site's governamentais. Espero que tenha valia!

Abraços,

Chapecó Kombi Clube

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Carros vão poder circular com suspensão modificada
Resolução do Contran entrará em vigor na quinta-feira (01).
Seguradoras, no entanto, podem recusar cobertura de veículos modificados.

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21/08/08 - 06h45 - Atualizado em 21/08/08 - 08h59
Ricardo Lopes da Fonseca
Especial para o G1

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Desde maio, quando o Contran publicou uma resolução que permite com que carros de passeio circulem com a suspensão rebaixada, o interesse e as inquietações dos fãs de carros “socados” só têm aumentado.

Depois de lerem a reportagem do tira-dúvidas publicada no último domingo (17), diversos leitores enviaram suas dúvidas. Elas foram selecionadas e respondidas pelo jornalista Ricardo Lopes da Fonseca, que estuda sobre mecânica há mais de duas décadas e já se aventurou como piloto participando até do Rali Paris-Dakar. Confira:

Qual é o procedimento para regularizar carros rebaixados? Preciso de algum tipo de autorização, como no caso do GNV?
- Edson Paes
De acordo com o Detran de São Paulo, o interessado deve solicitar autorização prévia da autoridade policial no Setor de Modificações da respectiva unidade do Detran. Deve-se preencher o formulário próprio para isso e anexar cópia do RG e do CRLV, solicitando a modificação pretendida na suspensão. Como exemplo, ver procedimentos no www.detran.sp.gov.br - ícone Veículos - Alteração de Características.

Se a modificação da suspensão é regularizada pelo Detran, por que as seguradoras podem se recusar a aceitar carros rebaixados ou mesmo se isentar da responsabilidade em casos de acidente?
- Fharrá e Thiago Lenzi

Esse assunto é complicado, mas todas as seguradoras se baseiam por uma regra de recusa, em que ela, a seguradora, pode recusar qualquer solicitação de seguro, seja qual for o motivo.

Que observações acompanham o documento do carro rebaixado quando ele se torna regularizado? Essa descrição pode ser retirada posteriormente ?
- Rodrigo

De acordo com o Detran de São Paulo, a alteração será anotada no campo de observações do CRLV e poderá ser retirada quando o veículo voltar a situação anterior.

Qual medida deve ter a distância entre o solo o farol baixo do carro? É permitido usar as molas originais do carro cortadas?
- Wallace

Existe uma medida mínima do solo como referência, que é de 480 mm medidos do centro geométrico do farol baixo ao solo, devendo ser observado o artigo 6º, da Resolução Contran 262/07, que não permite sistemas com regulagem de altura.

Alterar o tamanho da roda sem rebaixar o carro traz algum dano à estrutura do carro? A troca de um aro 13 polegadas por um de 15 ou 17 polegadas pode comprometer a durabilidade da suspensão?
- Emerson Carvalho, Renan e Fernando
Em um primeiro momento, qualquer alteração das características originais em um carro pode gerar conseqüências, sendo algumas mais e outras menos sérias. A alteração das rodas, por exemplo, de imediato vai interferir nas medições de velocidade e distância registradas pelo velocímetro e odômetro do veículo. A configuração de fábrica, nesse caso a aferição, ficaria comprometida. Seria necessário refazê-la em uma loja especializada. Algumas alterações, por mais simples que possam parecer, devem ser bem pensadas. Vamos pegar um exemplo: um carro 1.0 básico com aro 13 de fábrica recebe um aro 14 do modelo 1.6. Parece simples essa alteração, não? Mas o mesmo modelo de carro pode ter componentes diferentes na suspensão conforme a versão. Os amortecedores podem ser outros, com calibragens diferentes, o que vai causar uma grande interferência no automóvel, seja no consumo, na estabilidade, entre outros fatores. Isso tudo leva a uma única possibilidade: se for alterar alguma coisa no seu carro, procure orientação de pessoal capacitado, mas saiba que nem tudo é recomendado. Quanto à legislação, o texto diz que o conjunto formado pela roda e o pneu tem de ser mantido de acordo com a medida original. Isso quer dizer que se um carro tem rodas de 15 polegadas e receber outras no tamanho 17, mas com perfil do pneu mais baixo, em tese será mantido o tamanho do conjunto original.

Os carros equipados com pneus largos podem ter consumo elevado de combustível?
- Alécio Rodrigues

Podem sim. Os pneus maiores geralmente são mais pesados e assim o carro vai precisar de um esforço maior para se locomover, o que vai aumentar o consumo.

Qual a vida útil das molas traseiras e dianteiras de um automóvel?
- Laércio de Lemos

Em tese a vida útil vai depender do uso, mas os fabricantes de automóveis recomendam a substituição com 60 mil quilômetros, sendo a mesma recomendação para os amortecedores.

Os amortecedores dianteiros e traseiros podem ser trocados individualmente?
- Juares Passos

Os amortecedores, assim como todos os componentes que se situam em um mesmo eixo (molas, batentes, discos e pastilhas de freio, entre outros), devem ser trocados, no mínimo, aos pares. O ideal é fazer a substituição sempre em conjunto, ou seja, trocar os quatro no mesmo momento.

Apenas o vazamento sinaliza que os amortecedores estão ruins?
- Paulo Roberto
O vazamento é o sinal extremo de que o funcionamento do amortecedor já não está de acordo. Para saber se o amortecedor está bom você pode fazer checagens em lojas especializadas a cada 20 mil quilômetros ou, antes disso, se perceber algo diferente, como ruídos, batidas e mesmo uma instabilidade.

Quais são os locais habilitados a fazer inspeção para que a situação do veículo seja regularizada?
- Robert Rodrigues
A lista de endereços pode ser verificada no site do Inmetro ou no balcão de informações dos Detrans. Deve-se verificar a lista de Institutos Técnicos Credenciados (ITLs), que são as oficinas credenciadas junto ao Inmetro para confecção do laudo necessário.

Se um carro na garantia for rebaixado, ele perde esse direito em relação a problemas ligados à suspensão?
- Boanerge
Essa é a maior desvantagem de alterações no carro novo. O automóvel que sofrer alguma mudança na sua característica original estará sujeito a perda da garantia de fábrica.

Reportagens 2

Olá,

Fiz uma breve pesquisa sobre alguns assuntos de interesse e disponibilizei os link’s no menu para consultas, porém, para garantir que o conteúdo não “se perca” resolvi publicá-los aqui no blog também. Cabe ressaltar que os créditos são do site G1 da globo e de alguns site's governamentais. Espero que tenha valia!

Abraços,

Chapecó Kombi Clube

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Tire dúvidas sobre suspensão e carros rebaixados
G1 abre espaço para internauta enviar perguntas sobre veículos.
A lei permite rebaixar um carro, mas a alteração tem de ser regularizada.

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17/08/08 - 06h55 - Atualizado em 17/08/08 - 12h37
Ricardo Lopes da Fonseca
Especial para o G1
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Quer saber mais sobre mecânica, serviços, dicas de manutenção, cuidados ao dirigir e outros assuntos sobre carros? O G1 abre um espaço semanal para o internauta tirar suas dúvidas sobre automóveis. O jornalista Ricardo Lopes da Fonseca, que estuda sobre mecânica há mais de duas décadas e já se aventurou como piloto participando até do Rali Paris-Dakar, escreve sobre o assunto e responder às perguntas dos internautas. O tema desta semana é suspensão. Para que serve? Como funciona? Pode ser rebaixada?

Atualmente um dos maiores transtornos que o motorista enfrenta no seu deslocamento pelo Brasil afora é a condição das ruas e estradas. Agora, imagine o desconforto e o perigo que seria se aventurar com um carro sem suspensão? Nem dá para imaginar. A menor ondulação que fosse iria causar um solavanco desconfortável e bem perigoso.

O tema desta semana é algo de fundamental importância em um automóvel. De nada vai adiantar um veículo veloz e potente se não tiver uma suspensão eficaz.

A função da suspensão no seu carro é dar estabilidade e dirigibilidade, além é claro de proporcionar conforto aos passageiros. Assim, a suspensão é responsável por absorver as irregularidades no solo. Uma ondulação, por exemplo, faz com que a roda se mova para cima e para baixo sem alterar drasticamente a movimentação da carroceria.

Uma boa suspensão tem de ter a capacidade de manter o contato dos pneus com solo e assegurar a boa dirigibilidade. Se você estivesse a bordo de um carro com uma suspensão em péssimas condições, a aderência do veículo ao chão seria limitada e, conseqüentemente, o automóvel estaria sujeito a derrapar em qualquer curva.

São três tipos de suspensão: independente, em que cada roda recebe as irregularidades do piso sem transferir à outra do mesmo eixo; o semi-independente, no qual parte dos movimentos é repassada; e o totalmente dependente, em que os movimentos de uma roda são percebidos na outra. Esse último é conhecido por eixo rígido.

Os componentes de uma suspensão

>> Molas
É o primeiro componente a receber o impacto de qualquer irregularidade do solo. Ao ser comprimida a mola reage e, rapidamente, se distende. São diversos tipos de molas. Pode ser em espiral, geralmente usada na suspensão dianteira e também pode ser empregada traseira, no caso dos carros. Tem o sistema de feixe de molas, utilizados nos caminhões, e o de amortecimento a ar, comum nos ônibus. A picapes geralmente usam o tipo misto, que utiliza mola espiral na frente e feixe na traseira. Um tipo bem conhecido é o de torção, utilizado na traseira do VW Fusca e Kombi. Trata-se de uma barra de torção ou um feixe de lâminas. Esse sistema deforma-se ao receber impactos, a barra de aço reta se torce sobre seu eixo longitudinal e reage para voltar à forma original proporcionando o amortecimento.

>> Amortecedor
O amortecedor funciona por meio de um sistema hidráulico com o objetivo de eliminar as constantes vibrações da mola. A peça conta com um tubo de pressão e um reservatório com óleo, cuja uma pequena parte é preenchida com ar ou com gás nitrogênio (os famosos pressurizados). Conforme o automóvel percorre trechos irregulares, a mola e o amortecedor absorvem os impactos e transmitem o mínimo possível à carroceria. Na prática, o conjunto de amortecimento funciona com a passagem do óleo do reservatório para o tubo de pressão. Quanto maior a dificuldade dessa passagem, maior será a eficiência do amortecedor. Em razão disso, quando a peça sofre um esforço repetitivo por longo tempo, tende a perder sua função, pois o óleo se aquece e perde parte da viscosidade (fica mais fino), tornando-se mais fácil de passar do reservatório para o tubo. Nesses casos, o pressurizado se mantém eficiente por mais tempo. Antigamente os amortecedores eram de ação simples e operavam apenas em um sentido. Atualmente são de dupla ação, assim controlam os movimentos de compressão e expansão.

>> Barra estabilizadora
É uma barra de amarração que interliga as torres da suspensão. O nome correto é barra anti-rolamento. A finalidade é neutralizar a inclinação da carroceria provocada pelas solicitações em curvas fortes. Pela força centrífuga, o carro tende a baixar para o lado externo da curva, característica amenizada pela presença da barra – que aumenta a estabilidade. O carro pode ter barra estabilizadora na dianteira ou na traseira, conforme o projeto do automóvel. Sua ausência ou mesmo o mau estado acarreta em inclinação acentuada do chassi. Na prática, isso pode resultar em derrapagens e acidentes.

>> Braços de apoio (bandejas)
São dispositivos como tensores e braços triangulares (bandejas). Servem como suporte das molas e amortecedores, sendo o responsável pela fixação do conjunto da suspensão de cada roda à carroceria.

Entre os sistemas de suspensão, temos duas variantes nos conjuntos finais. Um deles é conhecido como suspensão convencional e o outro do tipo McPherson. A diferença básica entre ambos é que o convencional utiliza dois braços triangulares dispostos em posições paralelas que, durante as oscilações, garantem a permanência da roda em posição perpendicular ao piso. Um situa-se na parte inferior e o outro, na superior.

Já o sistema McPherson substitui o triângulo superior por uma coluna estrutural com o amortecedor montado dentro da mola e a parte superior é fixada à carroceria por meio de batentes.

Mas qual a diferença prática? A suspensão do tipo McPherson leva vantagem por ter um custo mais baixo de produção, ocupar espaço reduzido e ter a manutenção simples, o que significa em menos gasto. De modo geral, a maioria dos carros conta com esse tipo de suspensão na dianteira.

A suspensão multi-braço ou convencional é mais utilizada no eixo traseiro de alguns veículos, principalmente quando há tração integral. Consiste de dois braços, superior e inferior, além de um outro na posição longitudinal. A mola helicoidal e o amortecedor são separados.

Carros rebaixados

O projeto de um automóvel assegura todas as possibilidades de uso, portanto se você quiser alterar algum componente é preciso muita cautela para não comprometer a carroceria e principalmente a dirigibilidade.

Nos carros rebaixados, por exemplo, o método mais utilizado é o corte das molas. Outra opção seria a compressão ou o destemperamento das molas. Em qualquer dos casos, essa prática diminui o curso dos amortecedores e, conseqüentemente, a vida útil de todos os componentes da suspensão. Já existem amortecedores e molas especiais para essa finalidade, mas o custo é elevado e o tempo de instalação é demorado.

A tendência é que um carro rebaixado tenha mais estabilidade, já que o centro de gravidade também fica mais baixo, porém o conforto fica comprometido. A suspensão original dos carros é a que sempre entrega o melhor equilíbrio entre estabilidade e conforto.

Outro ponto a ser destacado em carros rebaixados é a integridade da carroceria. De acordo com a Dana, fabricante de sistemas automotivos, o risco mais sério é a possibilidade de trincas e rachaduras no monobloco, principalmente nas áreas próximas às torres dos amortecedores.

Atualmente, o rebaixamento da suspensão é uma pratica legalizada. Entrou em vigor no dia 1º de maio a resolução 262 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). Embora não especifique quais tipos de modificação poderão ser feitas, a resolução não permite o uso de molas com regulagem de altura. Deste modo, não estão homologados os sistemas com rosca e a ar.

Quem quiser alterar a altura do veículo, seja levantar ou rebaixar, deve levar o carro para uma inspeção que avaliará a modificação. Essa inspeção só pode ser realizada em local cadastrado pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro). Após aprovada a alteração, será emitido o Certificado de Segurança Veicular (CSV).

Depois disso, é preciso levar o veículo ao Departamento de Trânsito (Detran) para acrescentar ao documento a inscrição "medida verticalmente do solo ao ponto do farol baixo do veículo", como consta na nova resolução. Vale lembrar que ao efetuar as manutenções na suspensão o ideal é substituir uma peça por outra da mesma marca.

Reportagens 1

Olá,

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Carros vão poder circular com suspensão modificada
Resolução do Contran entrará em vigor na quinta-feira (01).
Seguradoras, no entanto, podem recusar cobertura de veículos modificados.

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28/04/08 - 07h10 - Atualizado em 28/04/08 - 14h25
Gabriella Sandoval
Do G1, em São Paulo

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A resolução 262 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que entrará em vigor na próxima quinta-feira, dia 1º de maio, vai permitir com que carros de passeio circulem com a suspensão rebaixada ou elevada, desde que ela não seja regulável. Até então, apenas veículos utilitários podiam ter a suspensão alterada.

Para isso, o proprietário deverá pedir uma autorização ao Detran antes de fazer a modificação e, em seguida, submeter o carro à avaliação de um dos institutos técnicos credenciados pelo Inmetro, que por sua vez emitirá um Certificado de Segurança Veicular. A medida ainda exige que a nova altura seja especificada no documento do carro.

No entanto, antes mesmo de entrar em vigor, a resolução já apresenta falhas. Um exemplo disso é o fato de não determinar com exatidão os tipos de modificações serão permitidas. Em algumas oficinas, para reduzir custos, é comum a prática de cortar ou aquecer as molas originais da suspensão para rebaixá-la, o que aumenta consideravelmente os riscos de acidentes como a perda de controle do carro e desgaste da peça, que terá que absorver mais impactos.

“Ainda não há uma definição dos critérios que serão utilizados para a aprovação e reprovação da suspensão do veículo. Estamos questionando o Inmetro em relação a isso. A altura será medida do farol ao chão, mas ainda não se sabe qual será a mínima e máxima permitidas”, diz Luiz Mauro Orlandi, engenheiro responsável por um grupo de instituições técnicas credenciadas pelo Inmetro.

Jogo de empurra-empurra
Outra dúvida é se quem já tem a suspensão alterada poderá regularizar a situação do veículo. Segundo o Detran, assim que a norma entrar em vigor, eles irão consultar o Denatran para saber como proceder. Já o Denatran, diz que caberá ao Detran decidir que tipo de medida adotar.

O fato é que para qualquer alteração nas características do veículo, o órgão exige a apresentação de nota fiscal original das peças e dos serviços utilizados. Hoje em dia, carros de passeio que circulam com a suspensão rebaixada ou erguida estão sujeitos a pagar uma multa no valor de R$ 127,69. Considerada grave, a infração rende cinco pontos na carteira.

Seguradoras não querem dar cobertura
A decisão do Contran não agradou as seguradoras. Para Neival Rodrigues de Freitas, diretor da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), as seguradoras ainda vêem com cautela as novas normas e só devem aceitar carros com suspensão rebaixada depois que a avaliação feita pelo órgão do Inmetro ficar clara.

Freitas concorda que o valor do seguro de um automóvel com a suspensão alterada possa sair mais caro. “Ainda que o veículo preencha os requisitos, o seguro pode sofrer um acréscimo dependendo dos fatores de risco”, diz o diretor da FenSeg.

A Porto Seguro, por exemplo, garante que continuará recusando carros com a suspensão alterada. “Isso não muda nossa aceitação de risco. Tendo em vista as más condições das ruas e estradas, são veículos que têm dificuldade para circular e estão mais susceptíveis a danos no dia-a-dia. Uma coisa é ter risco; a outra, ter risco conhecido”, explica Marcelo Sebastião, gerente do produto Automóvel da Porto Seguro.

Mais vídeos

Bom dia,

Vou postar mais alguns vídeos da Kombi, do trabalho que esta sendo realizado na região do soalho do salão, travessas, longarinas, etc.

Blz,

Chapecó Kombi Clube





sexta-feira, 3 de setembro de 2010

A folga

Olá,

Resolvemos dar uma folga no trabalho durante esta semana e, por conseqüência o bolso também vai ter folga (rs). É, o que se gasta para realizar um sonho desse tipo não é pouco!

Mas vai valer apena todo o esforço!

Portanto, sem novidades vou posta no final de semana algumas fotos e vídeos feitos na semana passada.

Até,

Chapecó Kombi Clube